Tom Hanks!

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Tiny people

http://little-people.blogspot.com/

beu dels, que legal.

Alteração no campo gravitacional de parte do politécnico.

Há algumas semanas atrás o campo gravitacional de um pedaço dos corredores do centro politécnico da UFPR sofreu uma alteração brusca e inesperada. Mais uma vez o pequeno duende verde foi visto pouco tempo antes da alteração. Estamos investigando a sua relação com estes eventos. Segue um dos registros do acontecimento.

Intervenção de qualidade

MARK JENKINS é um artista americano dotado de uma ganialidade e humor ímpar, é impossível não notar as obras e os ambientes de trabalho desse cara. Suas intervenções lembram o estilo das intervenções criadas por nós no Centro Politécnico, porém com mais qualidade e empenho artístico. Sua primeira série de obras, em 2003, foram feitas no Rio de Janeiro, depois em 2007 ele voltou ao Rio e a São Paulo.

 

 

 

 

Acho que vale muito apena conferir todas asobras do cara no site dele

http://www.xmarkjenkinsx.com/outside.html

 

P.S. possíveis erros de português não são culpa minha

 

 

 

 

 

Plástico Urbano

Humm, eles fazem outro tipo de intervenção, mas também é intervenção, e tambem é na, cof, cof, selva urbana.

http://plasticourbano.blogspot.com/

Sobre stickers, desenhos e lambe-lambes na cidade de Curitiba.

Em escala mundial tem o Banksy. Bem legal:

http://www.banksy.co.uk/

Sobre a intervenção urbana

O Beiral é um blog que defende a intervenção urbana. O ser humano vem perdendo muito da sua percepção do espaço. Passa pela mesma rua todos os dias, pega o mesmo ônibus, assiste ao programa de televisão. E nesse processo ele não percebeu que ao passar pela rua uma arvore perdia suas folhas anunciando o outono. No ônibus, não escutou que agora existe uma musica ambiente. Vendo televisão, não viu que sua mulher estava triste.

Trabalhando com a intervenção é possível trazer à pessoa que não percebe o espaço uma chance de percebê-lo. Para isso é preciso quebrar com a rotina. Quebrando ela, junto quebramos uma série de imagens mentais de como o espaço se configurava. Fazendo com que a pessoa busque construir uma nova imagem do espaço que ocorreu a intervenção. Para isso deve existir uma interação das pessoas com o que foi alterado no espaço. Quando, por exemplo, colocamos uma placa que diz: “Campeonato de ping-pong – Do dia 28 ao 05” na porta de uma sala em reformas. Queremos que as pessoas que lerem isso, e escutarem o som das marteladas, que soam como um jogo de ping-pong, tentem abrir a porta da sala para ver o campeonato. Isso vira motivo de piada. E pode não dura muito tempo. Mas sensibiliza as pessoas.

A intervenção urbana não é um vandalismo. É uma forma de expressão. Uma maneira de trazer as pessoas um pouco de diversão e um motivo para não tratarem todos os espaços físicos como algo imutável. Devemos perceber onde vivemos, ou visitamos. Cada lugar tem uma peculiaridade. Seja ela momentânea ou algo que não é visto facilmente.

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